quarta-feira, 25 de julho de 2012

A arte de ser criança

Espia só... a turminha do Maternal 1 fazendo arte! A proposta da Prô Jucélia era que as crianças pintassem livremente com as mãos utilizando guache. As produções ficaram lindas e as histórias dos desenhos mais ainda!!!

Vejam nossos pequenos artistas:


 Manuela

 Izadora

 Valentina

 Arthur

 Eduarda

 Ayana

 Giovanna

Gabriel Lins

terça-feira, 24 de julho de 2012

Encontro com o psicólogo



ATA N° 05/2012
Aos vinte e três dias do mês de julho do ano de dois mil e doze, a Creche e Escolinha Arte do Saber recebeu em suas dependências o psicólogo Luis Eduardo Simas, para que dessa forma as dúvidas de nossas profissionais e também das famílias interessadas fossem sanadas. Nosso convidado iniciou falando sobre o desenvolvimento humano da criança até chegar na fase adulta, lembrando que principalmente na primeira infância o ser necessita de cuidados e auxílio para viver. Falou sobre a inserção da criança na vida social, lembrando que a família é a primeira constituição social, vindo logo em seguida, em segundo lugar, a escola. Explanou sobre as diferenças culturais do mundo moderno e dessa forma introduziu o assunto sobre os estímulos proporcionados às crianças através da visualização (tv, anúncios, internet, etc.). Falou que o aumento dos casos de hiperatividade, deu-se pelo aumento de estímulos que a vida moderna proporciona, pois muitas vezes a criança recebe tantos estímulos externos que tem dificuldade de filtrar, apresentando dificuldade de concentração e ação. Falou que os pais costumam procurar ajuda de um psicólogo apenas quando há dificuldades motoras de comportamento (quando a criança não para quieta), mas ressalta que o hiperativo tem dificuldade de direcionar seu pensamento, as vezes pode ser conhecido como a criança "no mundo da lua", ou seja, aquela que se perde nos próprios pensamentos, tentando organizá-los. Explica que todo diagnóstico de comportamento humano depende de longo período de tempo e de várias testagens para que seja preciso. Atenta que precisamos ter cuidado as questões vivenciadas pelas crianças, pois nem sempre os problemas apresentados decorrem de disfunções psicológicas ou neurológicas, pois podem ser comportamentos de resposta a conflitos pessoais (separação de pais, perda de algum familiar, mudança de endereço, etc.). Explica que é necessário prestar atenção nos fatores genéticos, pois 80% das crianças hiperativas possuem pais hiperativos. Respondendo a pergunta dos pais, coloca que quando o déficit de direcionamento de atenção prejudica a aprendizagem, muitas vezes é necessário o uso de medicação e controle de função psicológica e treinamento, sempre com auxílio dos pais e educadoras envolvidas com a criança. A coordenadora Ivete questiona sobre os diferentes comportamentos em ambientes variados, ou seja, a criança que se comporta em sala de aula e não em casa e vice-versa, então Eduardo responde que as crianças assumem diferentes papéis nos diferentes locais onde permanecem. Frisa que é comum que as crianças regridam com os pais, pois lembram da dependência que têm desses e é necessário que as famílias auxiliem as crianças em sua independência e crescimento. O psicólogo falou sobre a importância de colocar limites às crianças e manter as regras mesmo em caso de choro ou birra. Falou sobre a importância do "casal" ou de todos os envolvidos na educação da criança manterem a mesma postura em relação a educação, não gerando divergências que deixam a criança confusa e com fácil manipulação dos pais. Eduardo coloca que se deve partir do ponto que a criança sempre entende as regras, mesmo quando bebê, e que deve ser usada uma linguagem simples, porém firme, fazendo com que ela entenda que houve mudança no tom de voz e por isso houve mudança de comportamento afetivo daquele que está lhe chamando a atenção. Foi colocado que a escola necessita do diagnóstico clínico das crianças com dificuldades comportamentais, para que assim possa trabalhar com metodologias educativas adequadas, por si só o professor, tampouco o pedagogo, consegue saber como lidar com o comportamento de cada criança. Fala que muitas vezes a criança impulsiva age achando que está certa e responde a repreensão de maneira agressiva achando que tinha razão e não entendendo a punição que lhe foi dada e por isso se faz necessário o diálogo franco e simples: a criança sempre deve saber o que está acontecendo, o que fez de errado ou qual regra foi descumprida. Quanto a mentira, Eduardo coloca que é importante que os pais conheçam seus filhos e saibam qual o teor das mentiras contadas, se é medo, fantasia ou maldade. O diálogo aberto entre família e escola se torna de total necessidade. Concluindo o encontro fala que todo ser humano necessita de limite e que limite significa amor através da demonstração do quanto nos importamos com os filhos e lembra que quando a criança não cria uma independência responsável, a vida leva o ser humano a buscar a dependência de algo que lhe traga prazer, como exemplo usa as más companhias e drogas. Finalizando o encontro o psicólogo Eduardo se coloca à disposição para atendimento individual ou coletivo (outro encontro). Sem mais, encerro esta Ata. Lisiane Lopes, Supervisora Pedagógica Arte do Saber.


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Como nasce a chuva???

Pois então, essa pergunta muita gente deve fazer... como nasce a chuva? Para as crianças do jardim da prô Fran isso não é mais novidade!
Na tarde de hoje, a professora contou a história "A viagem da gotinha" para as crianças e lhes mostrou de forma prática, como se forma a chuva.

A prô iniciou a atividade observando junto às crianças as nuvens do céu

Logo após, colocou água quente em um pote

 e o tapou com a tampa, para que criasse vapor

 Todas as crianças puderam tocar a formação de água feita pelo vapor

 Logo depois, puderam ver os pingos de água caírem da tampa... como a chuva!

Por fim, conversaram sobre a experiência que tiveram e construíram um mural sobre a chuva.

CONVERSE COM SEU FILHO E PEÇA QUE ELE LHE CONTE A HISTÓRIA, ASSIM VOCÊ ESTIMULA A APRENDIZAGEM DELE!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

IMPORTANTE!!!

Gente, como o blog é um de nossos meios de comunicação, vamos utilizá-lo também para informações importantes sobre a saúde de nossa comunidade escolar.
Como vemos todos os dias através da mídia, nesse ano aumentou muito a incidência de pessoas infectadas com a gripe A (H1N1), dessa forma resolvemos publicar algo sobre isso.

Confira as dúvidas mais frequentes sobre a doença:

É possível prevenir a doença?
Sim. Cubra a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar e jogue o lenço no lixo após o uso. Lave bem as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar. Você também pode usar produtos à base de álcool para limpar as mãos. Evite tocar os olhos, boca e nariz, porque os germes se espalham desse modo. Não compartilhe objetos de uso pessoal, como copos, pratos e talheres. Evite contato próximo com pessoas doentes. Alimente-se bem.

Quais sintomas indicam que eu posso estar com a nova gripe?
Febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Se apresentar qualquer um dos sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde rapidamente.

O que eu não devo fazer?
Não deixe passar 48 horas do início dos sintomas sem fazer nada. Não recorra à automedicação. Também não fique obcecado por fazer o teste para confirmar se você tem o vírus. Médicos e hospitais vão tratá-lo, independentemente da confirmação laboratorial.

A nova gripe é parecida com a comum?
Sim. Na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%. Como cerca de 30% dos que pegam gripe (de qualquer tipo) não apresentam sintomas, e nem todo mundo vai ao médico para relatar a infecção, a porcentagem real de mortos é ainda menor.

O que indica agravamento do quadro clínico?
Frequência respiratória superior a 25 respirações por minuto, dores no peito, pressão baixa, dedos das mãos e dos pés arroxeados, confusão mental, sinais de desidratação.

FIQUE LIGADO NA DIFERENÇA ENTRE AS GRIPES:


terça-feira, 3 de julho de 2012

Atividades participativas no Maternal 1



Nossa escola tem objetivos bem definidos para cada fase do desenvolvimento infantil, esses objetivos envolvem expressão corporal, expressão oral, formação social e pessoal, dentre outros.
Para atender os objetivos previstos para o maternal 1, as Prôs Jucélia e Raquel têm realizados muitas atividades coletivas e de movimento, como segue abaixo:


  1. ATIVIDADE DE LATERALIDADE COM BALÃO:
 As educadoras encheram os balões e distribuíram para as crianças

 Após deram diversas ordens como: para baixo, para cima, no meio, no lado, etc...

 As crianças de divertiram bastante

 Precisaram se organizar no espaço, dividindo-o


 Fizeram atividade de arremesso

 Ouviram com atenção as ordens dadas pela professora

 
 Por fim, puderam descansar com balão sob o corpo!

2. ATIVIDADE LIVRE EM GRUPO:

 Dividindo espaço

 Compartilhando ideias

Criando

Realizando